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Brasil ainda desperdiça muita água

Segundo estudo intitulado “Perdas de Água: Desafios ao Avanço do Saneamento Básico e à Escassez Hídrica”, do Instituto Trata Brasil em parceria com a GO Associados, e que tem como fundamento os dados mais recentes do Ministério das Cidades, especificamente no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS – ano de referência 2013), as perdas na distribuição de água estão em 37% e as perdas financeiras totais estão em 39%. Em valores, a perda financeira total de 39% não entra na receita do setor. A água não faturada pelas empresas foi de 6,53 bilhões de m³ de água tratada, perfazendo perda financeira de R$ 8,015 bilhões ao ano. Essas perdas equivalem a cerca de 80% dos investimentos em água e esgoto realizados em 2013. Na projeção do estudo, se em cinco anos houvesse uma queda de 15% nas perdas no Brasil, ou seja, de 39% para 33%, os ganhos totais acumulados em relação ao ano inicial seriam da ordem de R$ 3,85 bilhões. Em qualquer processo de abastecimento de água por meio de redes de distribuição no mundo ocorrem perdas do recurso hídrico. As chamadas perdas reais são as associadas aos vazamentos, já as perdas aparentes são as relativas à falta de hidrômetros ou demais erros de medição, às ligações clandestinas e ao roubo de água.

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